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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Resenha de "Samsara" na Revista Zingu!

Neste último mês tive mesmo uma boa produção paralela ao blog, com o texto que sairá pela Front, coisa e tal... A bola da vez é a revista online Zingu!

A convite do Gabriel Carneiro, colaborei com um dossiê que ele armou sobre o cineasta Guilherme de Almeida Prado (conhecido por filmes como A Dama do Cine Shanghai, com Maitê Proença). Meu texto foi uma resenha sobre a HQ Samsara, a única aventura do diretor no mundo dos roteiros quadrinísticos, considerada a primeira graphic novel brasileira.


Confira o texto clicando aqui.

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

5 dicas para escrever um roteiro de quadrinhos [Blogueiro Repórter]

Tendo produzido alguns trabalhos profissionais na área, de quando em quando me vejo à procura de explicar como é que se produz um roteiro para histórias em quadrinhos. Ora, isso exigiria uma série de longas conversas, ou artigos seriados, ou um livro. Mas como o bate-papo normalmente é curto, vou colocar aqui 5 dicas.


1) Escreva

Escreva muito. Pare de falar a respeito de escrever e escreva. Escreva tudo o que der na telha na hora. Pode não vir a fazer sentido algum no final, mas faz parte do processo de criação.

Não tem desculpa: você pode pegar uma folha simples de papel e desandar a escrever. Mas para quem tem acesso a computador, mais fácil ainda: vá jogando tudo num arquivo. Na hora de produzir o roteiro pra valer mesmo, você pode salvar o tal arquivo com outro nome: é mais fácil cortar, reescrever, reorganizar, editar, enfim... Mas isso só é possível se já tiver algo escrito.

2) Organize as idéias

Muitas delas são bacanas, mas não funcionam numa história só (vale a pena guardar para outras). Pense que as coisas têm que fazer sentido - ações têm conseqüências, como na vida real, e espera-se que exista começo, meio e fim. Mesmo que a HQ seja contada fora de ordem cronológica. Ora, você não aprendeu nada mesmo quando estudou dissertação na escola?

Vale apelar para as perguntas básicas dos jornalistas: Quem? O quê? Como? Por quê? Quando? Onde? Enquanto você elabora respostas para essas perguntas, vai delineando a história na sua cabeça (e no papel).


3) Não escreva para si mesmo

Esta dica vale especialmente quando o roteiro será desenhado por outra pessoa (embora acredite que valha mesmo quando se desenha uma história própria, para não ter que confiar na memória).

Um roteiro é uma ferramenta de trabalho. Você deve expor de maneira clara, o mais objetivamente possível, o que pretende que seja desenhado. O desenhista será seu primeiro leitor. Se não conseguir capturar o interesse dele, quem dirá dos demais? Ele ainda terá uma série de decisões a tomar para desenhar (acompanhe um profissional decidindo sobre o que colocar numa página e verá como funciona), então não seja preguiçoso e dê um mínimo de detalhe sobre as cenas: se não, ele terá que “adivinhar” o que passou por sua cabeça.

E escreva corretamente em língua portuguesa, por favor: escrever bem só se aprende com bastante prática e boa leitura. Um roteiro com erros crassos de português perde total credibilidade e o interesse do leitor.


4) Não fale sobre uma ação: mostre-a.

Você pode ser desenhista ou não, mas é importante pensar que o que você está escrevendo vai virar imagens. Ao invés de colocar uma caixa de narração explicando que um personagem é malvado, crie uma situação na qual ele possa demonstrar sua malvadeza. Uma imagem não vale mais que mil palavras?

Quanto mais importante a ação, mais detalhes você tem que incluir no roteiro, que servirá como orientação para o desenhista. Se uma expressão de um personagem é importante, num determinado momento, peça um close (isso, como em linguagem cinematográfica). Se o importante é mostrar onde ele está, marque um plano geral do local.

Vale lembrar que, num roteiro, você identifica o texto que deve entrar no quadrinho (nos balões, ou nos quadros de narração). Este texto sempre deve ser complementar à ação. Na maioria das vezes será ridículo você colocar um quadro com a narração “Ele desferiu um soco no queixo do adversário” enquanto o que se vê é um sujeito dando um soco no queixo de outro.

5) O tempo dos quadrinhos é um caso à parte

O tempo nos quadrinhos é determinado por fatores como o tamanho e detalhamento de um desenho e pelo espaço de requadro (o intervalo entre um quadrinho e outro).

Você pode narrar ações simultâneas intercalando quadros. Você pode colocar num quadro ou numa seqüência de quadros, um desenho que mostre o tempo daquela ação (como uma seqüência que mostra um sujeito em sua cama do ato de dormir até o de acordar, enquanto no fundo do quadro vemos uma janela mostrando o sol que vai raiando).

E existe também o tempo de leitura: um quadro de página inteira pode ser lido rapidamente ou não, dependendo do tamanho do desenho e dos detalhes contidos nele. É uma opção que se faz. Mas lembre-se: por mais que o roteirista e desenhista se esforcem para colocar “amarras” no tempo da HQ, o leitor ainda vai querer determinar seu próprio tempo de leitura e pode até subverter a ordem de leitura, pulando páginas (é a parte mais interativa do negócio). Um bom roteiro ajuda o leitor a mergulhar na história como ela foi concebida.


E então, aticei sua curiosidade? Pois bem. O próximo passo é começar a construir suas próprias histórias. Fique aqui com um exemplo de roteiro, um trecho de uma HQ online que criei para o estúdio Impacto Quadrinhos, que foi desenhado para o site Ford Kids.

Gostou do texto? Então vote nele no diHitt .


Este texto participa da iniciativa Blogueiro Repórter.

Terça-feira, 18 de Março de 2008

Webcomics brasileiros: Homem-Grilo, Malvados e Gralha

O assunto do dia são webcomics (ou os quadrinhos na internet) brasileiros.

Ando curtindo bastante o site do Homem-Grilo, do Cadu Simões, Ricardo Marcelino e
Vinicius Visentini. Os quadrinhos propriamente ditos são bacanas e parecem bem adaptados ao meio digital. As histórias são sátiras bem feitas ao gênero super-herói. Mas o blog vai além disso, dando até dicas para quadrinistas que queiram buscar seu espaço na web. Tive em minhas mãos um exemplar da revista do personagem, mas não gostei muito ao folhear. Só que na internet é outra coisa...

Não dá pra falar em webcomic nacional sem mencionar os Malvados, do André Dahmer. O cara virou um marco com sua tira dos girassóis (!!!) sarcásticos e companhia (que também povoam o Jornal do Brasil), além de ser sempre citado como exemplo de cartunista que se vale de um modelo econômico bem traçado para ganhar dinheiro com quadrinhos. Imperdível (não é à toa que mantenho entre os links permanentes do blog aí à direita).

E por último, o super-herói de Curitiba, O Gralha. As histórias têm altos e baixos, pois trata-se de um projeto tocado por diversos artistas, entre roteiristas e desenhistas. Mas, na média, o trabalho é bom. Já foi publicado no jornal Gazeta do Povo, rendeu material para um álbum especial que saiu pela Via Lettera, tem animação, curta-metragem live action (no melhor estilão super sentai de seriados japoneses como Jaspion). Humor e aventura pra ninguém botar defeito!

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Sapos Voadores: Tim revelado!

A inspiração ainda não veio totalmente, mas já vou postar aqui, em primeira mão, este meu primeiro teste de cores do Tim, um dos Sapos Voadores. Ainda não fiquei contente com a versão do Tom. No mais, ando rabiscando aqui e acolá.

Em breve eles pintam por aqui em definitivo!


PS: Este post apóia a proposta "Blogagem Inédita", lançado no blog Interney.


Domingo, 2 de Março de 2008

Leão Negro é HQ nacional da HQM

A HQM Editora anuncia para este final de semana, no FestComix, em São Paulo, o lançamento do álbum Pepah, que traz novas aventuras de Othan, o Leão Negro.

O personagem, que estreou em 1987 no jornal O Globo, é um anti-herói mercenário que vive suas histórias num mundo medieval habitado por felinos humanóides. É uma criação nacional de
Cynthia Carvalho (roteiro) e Ofeliano de Almeida (arte). No álbum, Almeida divide os desenhos com Danusko Campos.

A editora avisa que este será o primeiro de uma série de álbuns que serão publicados com o personagem, com histórias inéditas e a reedição de material antigo.
Trata-se de uma ótima notícia, pois a série é HQ brasileira de primeira, com roteiro muito bem amarrado, personagens cativantes eação pra ninguém botar defeito, tudo isso com uma arte detalhada e bem trabalhada. E sem a preocupação forçada de citar referências ao Brasil ou localizar a ação por aqui: o que importa é a história. Parabéns à HQM Editora, que o Leão Negro faça sucesso em sua nova casa!

Um preview do álbum está disponível no site da editora, acesse clicando
aqui.

Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Brasileiro em Battlestar Galactica

Saiu na revista Crash deste mês uma entrevista bacana com Carlos Rafael, o desenhista brasileiro responsável pela arte da série em quadrinhos Battlestar Galactica pros EUA.

Ex-colega de Impacto Quadrinhos (agora ele até comanda a filial carioca da escola), já desenhou roteiro meu pra série do Clube do Picapeiro (HQ online da Ford, atualmente fora do ar) e uma HQ prum fanzine não publicado da escola. Legal saber que o trabalho tá rendendo repercussão. Parabéns!

Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

Mercado publicitário lê quadrinhos

Todo leitor de HQ sabe muito bem que uma revista do gênero é potencialmente um belo espaço para a propaganda de marcas e produtos se instalarem. Porém, o mercado publicitário não pensa assim, tanto que quase que a totalidade das revistas sai sem um anúncio sequer (e essa escassez também vale pro mercado norte-americano, que é maior que o nosso).

Por isso, é de se louvar que um veículo sobre o mercado publicitário como o Advertising Age (que tem versão online) tenha publicado nesta semana uma matéria sobre como algumas marcas têm procurado anunciar nos comics pelos EUA. Os Quadrinhos Podem 'Salvar o Dia' para as Marcas? (Can Comics Save the Day for Brands?). É o que pergunta o título do artigo.

O texto parte de quando a Honda começou a anunciar na Marvel em 2005 para comentar outros patrocinadores de peso como a GM, Chrysler, AT & T e o exército norte-americano. Comenta como de repente os quadrinhos deixaram de ser vistos como uncool (leia-se "coisa de gente esquisita") nos últimos anos e finalmente apareceram como possibilidade de mídia para o mercado publicitário. Pois é, o fato de Hollywood ter descoberto os quadrinhos e de termos uma geração agora adulta e no mercado de trabalho que cresceu lendo ótimas histórias dos anos 80 (cito Cavaleiro das Trevas, Watchmen eV de Vingança só pra ficar na 'trilogia sagrada') está mostrando resultado. Nerdismo tá na moda.

E que a onda pegue e chegue ao mercado publicitário brasileiro.

Clique aqui para ler a matéria em inglês e aqui para ler a notícia do Universo HQ que utilizei como ponto de partida pra recolher dados pra este post.

Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Encontrando Eduardo Risso

Eduardo Risso autografando meu exemplar de 100 Balas n° 1

Não é todo dia que podemos encontrar nossos ídolos. Por isso contei os dias até a chegada do evento de HQs na Fnac, em São Paulo, onde poderia conhecer o desenhista argentino Eduardo Risso.
Virei fã dele por conta da arte para a série 100 Balas, inicialmente publicada aqui pela Opera Graphica e que começou a sair em especiais via Pixel recentemente (com uma tiragem muito maior). É uma aula de narrativa para desenhistas, com ação e interpretação em cada quadrinho.

Falando um "espanhês" pausado, não precisou de tradução simultânea no bate-papo que participou,"Quadrinhos & Literatura", que contou ainda com a presença dos escritores e roteiristas de HQ brasileiros André Vianco (da série de livros e HQs de vampiro iniciada com Os Sete) e Rosana Rios (que também já se destacou por iserir especiais de RPG em livros didáticos). A mediação foi da escritora Martha Argel (Relações de Sangue). A conversa foi bem bacana, com Risso destoando dos outros não apenas por ser estrangeiro, mas pelo fato de ser um desenhista que se coloca à distância da criação de roteiro, ponto forte do trabalho dos demais. Os três convidados tiveram sua vez e contribuíram pro assunto andar, mas o tempo foi curto, aproximadamente uma hora de bate-papo. Daí, emendou-se a sessão de autógrafos do desenhista...

Da esquerda pra direita:
Marta Argel, Eduardo Risso, Rosana Rios e André Vianco.

Risso mostrou simpatia e atenção aos fãs. Colocado numa mesa com folhas de sulfite e apetrechos de desenho (lápis, canetas), começou a atender pacientemente cada fã. A fila que se formou não era lá muito grande (sei lá, umas 30 pessoas, talvez?), porém a produção local permitiu que a coisa desandasse: o artista pacientemente autografava todas as revistas e livros dos fãs, trocava uma ou duas palavras, posava pra fotos e fazia pelo menos um desenho (lápis e arte final). Até aí tudo bem, ele estava no papel dele, sendo atencioso. Caberia à produção atentar para o fato de alguns fãs extrapolarem e trazerem trocentos exemplares para serem autografados, outros alugarem muito o sujeito pra papear (e ele educadamente tentava se desvencilhar dos malas), além do que cada desenho demorava muuuito pra ser feito e a Fnac tinha horário pra fechar !

Resultado: eu, que estava na metade da fila, saí de lá com quase uma hora e meia de espera. Mais do que o tempo do bate-papo bacana que rolou antes. Pouco antes da minha vez algumas pessoas da organização começaram a alertar Risso que a Fnac teria que fechar. Meio tarde pra isso, não? Ele já tinha gasto tempo enorme com os primeiros da fila e não poderia dar a atenção igual aos demais que esperavam. Logo que meu desenho ficou pronto, às 22h, resolveram expulsar educadamente de vez todos do local: Risso prometeu que atenderia os demais lá fora (sabe-se lá onde, já que a loja toda fechava e o tempo estava meio ruim, eu é que não fiquei pra ver, depois da longa espera...). Ficou um constrangimento desnecessário e a sensação de que não fomos atendidos igualmente, pra sorte de quem entrou na fila primeiro. Não seria complicado evitar esses problemas. Poderiam ter tido a iniciativa de limitar a 1 ou 2 os originais a serem autografados. Poderiam ter avisado antes o Risso do tempo que ele tinha, assim talvez optasse por fazer desenhos menores pra todos. Eram atitudes a serem tomadas pela organização, de modo a preservar o artista.

Bom, uma parte do trecho bom da noite vcs podem conferir também nas fotos abaixo e no vídeo editado do Risso fazendo meu desenho. Ah, quase ia esquecendo: no corredor que dá acesso ao pequeno auditório de eventos da Fnac Pinheiros foi inaugurada também uma exposição em homenagem aos 10 anos dos 10 Pãezinhos. Bacana, bacana.



Eduardo Risso fazendo o desenho que vc vê logo abaixo


Taí o desenho que ele fez: a Dizzy, personagem de 100 Balas

Parte da exposição dos 10 Pãezinhos

Eu e o Risso

Quinta-feira, 1 de Março de 2007

Resenhas e Artigos

Já escrevi um tanto de coisas publicadas na internet. Vou criar esta seção aqui pra organizar tudo (mesmo que tenha saído em outro site).

Artigos

5 Dicas para Escrever um Roteiro de Quadrinhos (Sapos Voadores)

Polícia para Quem Precisa (Rede RPG)

"Solitário Lobo": As HQs ao contrário (Rede RPG)

Sonhos vêm, sonhos vão... (Rede RPG)


Resenhas de Quadrinhos


Resenhas de Livros

Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

HQs online no Estadão

Em pleno feriado prolongado de Carnaval, o jornal O Estado de S.Paulo traz uma grande reportagem sobre HQs online, com direito a chamada na capa. Leia clicando aqui a matéria produzida para o caderno de informática do jornal, o Link.

Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

El País

O jornal espanhol El País dedicou no último sábado um espação às HQs. Pratique seu espanhol clicando aqui. Caso a notícia já tenha saído deste link, clique aqui pra ir direto pro primeiro artigo.

PS: Valeu a dica, Claudiney!

Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

Mesa para Dois

Crônicas da vida cotidiana podem ser tão ou mais interessantes que histórias de super heróis ou galáxias distantes. E têm a vantagem de propiciar identificação com maior numero de pessoas. Assim é na TV, no cinema, na literatura... Por que não nos quadrinhos?

Os quadrinistas gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá retratam a vida de pessoas comuns que atraem também um público pouco familiarizado às HQs (mas que curtem dramas ou romances). Às vezes misturam com um pouco de fantasia, porém não é o caso do álbum “10 Pãezinhos - Mesa para Dois”, que se fixa na realidade e em coincidências da vida.

Conheça a história simples, mas cativante, de uma garçonete contratada por um escritor para inusitado trabalho de meio período: passar a tarde conversando. Ele precisa de idéias para o livro e ela tem tempo livre... Para os amantes de referências, o escritor é inspirado na figura de Lourenço Mutarelli (a quem o livro é dedicado) e o chefe da garota é a cara de Monteiro Lobato. Mas isso é detalhe, só um temperinho.

O trabalho é acima da média do que se vê por aí, mas não é a melhor história dos irmãos. Para quem acompanha a carreira dos dois, tem o atrativo de mostrar um desenvolvimento na narrativa e nos diálogos (feitos em dupla) e uma segurança na arte (feita pelo Fábio). Como muitos artistas, eles ganham a vida com trabalhos editoriais e publicidade. Assim financiam o tempo para produzir Quadrinhos, feitos pelo prazer de ver suas histórias serem lidas. É pouco?

Nota: 7
(escala de 0 a 10)

"10 Pãezinhos - Mesa para Dois" (Devir)
56 págs. – R$ 15,00
Mais informações e preview no site da Devir.

Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007

Cuidado ao comprar!

Desta vez uma alerta pra quem for às bancas comprar o novo número de Os Novos Vingadores (36): a revista está circulando com duas opções de capa! Sendo que não existe aviso algum na parte externa da revista, a diagramação é distinta (o que dá mais impressão de serem 2 revistas diferentes)...
Só percebi que as 2 edições que tinha comprado eram a mesma quando comecei a ler... A sorte é que o jornaleiro me conhece e pude devolver.

Não sei se outras revistas também estão circulando assim (talvez por conta dos 40 anos da Marvel no Brasil, como um selo nas capas faz questão de ressaltar). Não há aviso no site da Panini, nem no checklist.
Então... muito cuidado pra não gastar grana à toa!

Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

Dia do Quadrinho Nacional

Sabia dessa?
30 de janeiro é o Dia do Quadrinho Nacional.
Parabéns então a todos os que se aventuram por essa praia, seja como público ou como produtor!

Em SP, será tardiamente comemorado no dia 10 de fevereiro, no evento do Senac (veja abaixo).

HQ no Senac

O Senac abre espaço em São Paulo pra um evento de HQs no próximo dia 10 de fevereiro. Na ocasião vai haver entrega dos contemplados no 23° Prêmio Ângelo Agostini.

Confira a programação clicando aqui.

Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

Mônica e Aeroportos

Pois é, a Turma da Mônica já está de casa nova, agora sendo publicada pela filial da editora Panini no Brasil (a mesma que distribui os heróis Marvel e DC). Já é oficial, leia no site.

Mas o maior motivo da postagem é outro: veja que a crise nos aeroportos gerou até uma seqüência de tirinhas no site da turminha. Clique aqui e leia a seção de piadinhas, no mínimo curiosa... Se ficar com preguiça de ler todas, veja pelo menos a segunda, que é a melhor.

Domingo, 7 de Janeiro de 2007

A Conrad disponibilizou um preview online do álbum erótico Revolução, de Milo Manara. Confira clicando aqui.

Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

Concurso Nacional de Desenhos de Humor

Este concurso, promovido pela Funarj, já está com inscrições abertas. Os trabalhos serão aceitos até 27 de janeiro de 2007 (vale postagem pelo correio), nas categorias: Cartum, Charge, Caricatura e Quadrinhos.

Cada categoria tem premiação em dinheiro: R$ 6 mil pro vencedor, R$ 4 mil pro segundo colocado e R$ 2 mil pro terceiro.

O concurso integra as atividades do XVIII Salão Carioca de Humor, que acontece de 6 de março a 16 de abril de 2007 na cidade do Rio de Janeiro. Os dez melhores trabalhos em cada categoria farão parte da exposição do Salão.

Tá sobrando talento e faltando grana? Confira então as informações completas para inscrição diretamente do site da Funarj clicando aqui. Você precisará de um leitor de PDF.


Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2006

Piauí!

Depois de um certo burburinho que deixou curioso o pessoal do meio editorial e cultural no início do ano, revista Piauí finalmente deu as caras nas bancas agora no último trimestre. Seus primeiros números mensais já fazem um bem danado pra quem curte um bom jornalismo, artigos opinativos, crônicas e...quadrinhos!

Pois é, a revista vem mantendo um espaço para HQs, não apenas charges e ilustrações. Angeli, que fez a capa do número 1, fez uma história bacaninha pro número 2, a Satisfaction. Trabalhos do quadrinista francês Marcel Gotlib e do norte-americano Edward Sorel estiveram presentes em todos os números até agora. E ainda tem ilustrações de Jaguar, Millôr... O melhor de tudo? A redação informou este blogueiro que tem a intenção de sempre contar com quadrinhos.

Quem disse que só charge pode ter espaço numa publicação não-especializada em HQ, hein, hein?


Compre a revista, dê uma olhada no site deles e não deixe de mandar um e-mail parabenizando a iniciativa (como já fiz, claro!).